domingo, 23 de julho de 2017

hipocrisia e solidariedade

Hipocrisia e solidariedade. Câmara Municipal de Almada, Companhia de Teatro de Almada coniventes com limpeza étnica de palestinianos.
Ontem no Festival de Teatro de Almada apresentou-se a companhia israelita Kamea Dance Company, nada de errado se essa companhia não fosse "Embaixadora da Cidade de Beersheva" que promove a limpeza étnica para ficar exclusivamente judia e também parte da ofensiva de propaganda "Brand israel" que pretende mostrar israel como um país normal.
israel não é um país normal. É o único país que depois da 2ª guerra mundial tem vindo a conquistar território aos seus vizinhos, reduzindo a Palestina a quase nada e fazendo as maiores barbaridades contra os palestinianos.
israel não é um país normal, tal como o não era a África do Sul do apartheid que acabou muito pela acção da opinião pública mundial.
Não esperaria que no Festival de Teatro de Almada, fortemente financiada pela Câmara Municipal de Almada, gerida por um partido que sempre tem manifestado a solidariedade para com a causa palestiniana se apresentasse uma tal companhia.
Também não esperava que o presidente da CMA, instado pelo Comité de Solidariedade com a Palestina a tomar uma posição, encolhesse os ombros.
A argumentação apresentada é do mais baixo possível e mostra a coerência do PCP. A Câmara diz não interferir com a programação do Festival, mas não se inibe de condicionar a actividade de agentes culturais a quem dá pequenos apoios (não os apoios de milhões à CTA). A organização do Festival (e lembremos que esta companhia está fortemente ligada ao PCP e que está em Almada por via dessas ligações partidárias) defende-se com o número de espectadores de uma outra companhia israelita no ano anterior e com o não querer censurar, dando depois uma série de exemplos que seriam aceitáveis se fossem o La Féria. Mas não são.
Moral da história. Quando o PCP vier falar de solidariedade com o povo palestiniano (ou qualquer outro) sabemos que isso é só conversa.


Eça de Queirós - israelismo

Israelismo
de "Cartas de Inglaterra"
Eça de Queirós
[ensaios escritos entre 1877 e 1882]

«Na Alemanha, os judeus abundam, influindo na opinião pelos jornais que possuem (entre outros o Daily Telegraph, um dos mais importantes do reino), dominando o comércio pelas suas casas bancárias e, em certos momentos mesmo, governando o Estado pelo grande homem da sua raça, o seu profeta maior, o próprio Lord Beaconsfield. Aqui, decerto, estamos longe de ver desencadear um ódio nacional, uma perseguição social contra os judeus; mas há suficientes sintomas de que o desenvolvimento firme deste estado israelita dentro do estado cristão começa a impacientar o Inglês. Não vejo, por exemplo, que o que se está passando na Alemanha, apesar de exalar um odioso cheiro de auto-de-fé, provoque uma grande indignação da imprensa liberal de Londres: e já mesmo um jornal da autoridade do Spectator se vê forçado a atenuar, perante os graves protestos da colónia israelita, artigos em que descrevera os judeus como uma corporação isolada e egoísta, à semelhança das comunidades católicas, trabalhando só no mesmo interesse, encerrando-se na força da sua tradição e conservando simpatias e tendências manifestamente hostis às do Estado que os tolera. Tudo isto é já desagradável.»

«Porque enfim, sob formas civilizadas e constitucionais (petições, meetings, artigos de revista, panfletos, interpelações), é realmente a uma perseguição de judeus que vamos assistir, das boas, das antigas, das manuelinas, quando se deitavam à mesma fogueira os livros do rabino e o próprio rabino, exterminando assim economicamente, com o mesmo feixe de lenha, a doutrina e o doutor.»

«O motivo do furor anti-semítico é simplesmente a crescente prosperidade da colónia judaica, colónia relativamente pequena, apenas composta de quatrocentos mil judeus; mas que pela sua actividade, a sua pertinácia, a sua disciplina, está fazendo uma concorrência triunfante à burguesia alemã.»

«A alta finança e o pequeno comércio estão-lhe igualmente nas mãos: é o judeu que empresta aos estados e aos príncipes, é a ele que o pequeno proprietário hipoteca as terras. Nas profissões liberais absorve tudo: é ele o advogado com mais causas e o médico com mais clientela: se na mesma rua há dois tendeiros, um alemão e outro judeu, o filho da Germânia ao fim do ano está falido, o filho de Israel tem carruagem! »

«Mas se a riqueza do judeu o irrita, a ostentação que o judeu faz da sua riqueza enlouquece-o de furor. E, neste ponto, devo dizer que o Alemão tem razão. A antiga legenda do israelita, magro, esguio, adunco, caminhando cosido com a parede, e coando por entre as pálpebras um olhar turvo e desconfiado – pertence ao passado. O judeu hoje é um gordo. Traz a cabeça alta, tem a pança ostentosa e enche a rua. E necessário vê-los em Londres, em Berlim, ou em Viena: nas menores coisas, entrando em um café ou ocupando uma cadeira de teatro, têm um ar arrogante e ricaço, que escandaliza.»

«Mas o pior ainda na Alemanha é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem o luxo, tão hábil que tem um sabor de conspiração: na Alemanha, o judeu, lentamente, surdamente, tem-se apoderado das duas grandes forças sociais – a Bolsa e imprensa. Quase todas as grandes casas bancárias da Alemanha, quase todos os grandes jornais, estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante e o traz dependente pelo capital; mas, injúria suprema, pela voz dos seus jornais, ordena-lhe o que há-de fazer, o que há-de pensar, como se há-de governar e com que se há-de bater!»

sábado, 22 de julho de 2017

a pirâmide judeo-cristã

os judeus estão no topo, mas só dominam graças à base de suporte cristã, isto é, a massa de gentios ingénuos e estupidamente cristãos, dominados por essa doença mental de origem semita.
























































quarta-feira, 19 de julho de 2017

as cópias dos "bons"




























































































tudo de que eles se gabam foi copiado ou roubado da Alemanha "nazi" (os maus, portanto). até mesmo o primeiro computador também não foi deles, e sim patente do NS Konrad Zuse. e mesmo com a cópia do programa espacial, nem isso foi suficiente para chegarem à Lua...

terça-feira, 18 de julho de 2017